"A prestação de Bruno Paixão no último Sporting - FC Porto, a contar para a Taça de Portugal, vai ser alvo de acção disciplinar. O árbitro deverá ficar duas jornadas sem apitar.
Segundo o Correio da Manhã, apesar da Taça de Portugal ser responsabilidade da Federação Portuguesa de Futebol, a Liga esteve atenta à polémica prestação de Bruno Paixão e deverá manter o juiz da Associação de Futebol de Setúbal afastado dos relvados durante duas jornadas da Liga Sagres.
Para além de uma penalização na pontuação, Paixão perde ainda 2200 euros, uma vez que cada partida do escalão máximo do futebol português rende 1100 euros aos árbitros.
(...)
Três antigos árbitros comentaram a prestação de Bruno Paixão:
«Não é, nem mostra ser, um elemento que justifique as insígnias que ostenta», afirmou Jorge Coroado.
«A Liga deve dar apoio psicológico a Bruno Paixão», disse António Rola.
Já António Marçal defendeu que Paixão «não deve abandonar» a arbitragem. «Todos erram», justificou."
Após ler esta notícia surgiram-me algumas questões:
1. A Liga Portuguesa de Futebol enlouqueceu? Vai realmente castigar um árbitro?
2. Castigo de suspensão por 2 jogos? Só?
3. Os árbitros ganham 1.100 euros por cada jogo que apitam na Liga Sagres? Alguém me explica como é que um árbitro ganha 10 vezes mais que o ordenado mínimo em 6 horas de pretenso trabalho (supondo que apita um jogo por semana, 90 minutos cada jogo = 4.400 euros)?
4. Jorge Coroado… quando eras árbitro não eras exactamente igual ao Bruno Paixão ou ainda pior?
5. António Marçal… todos erramos… uns mais que os outros… e depois também há aqueles que nunca ou muito raramente acertam nas decisões tomadas, certo?
Quanto ao comentário do António Rola, apraz-me comentar: apoio psicológico (se não mesmo psiquiátrico) deve ser dado a quem faz as nomeações, avaliações e as classificações da arbitragem!
2. Castigo de suspensão por 2 jogos? Só?
3. Os árbitros ganham 1.100 euros por cada jogo que apitam na Liga Sagres? Alguém me explica como é que um árbitro ganha 10 vezes mais que o ordenado mínimo em 6 horas de pretenso trabalho (supondo que apita um jogo por semana, 90 minutos cada jogo = 4.400 euros)?
4. Jorge Coroado… quando eras árbitro não eras exactamente igual ao Bruno Paixão ou ainda pior?
5. António Marçal… todos erramos… uns mais que os outros… e depois também há aqueles que nunca ou muito raramente acertam nas decisões tomadas, certo?
Quanto ao comentário do António Rola, apraz-me comentar: apoio psicológico (se não mesmo psiquiátrico) deve ser dado a quem faz as nomeações, avaliações e as classificações da arbitragem!


